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Bye-bye
Uma vez blog-dropper, sempre blog-dropper…
Adoro ser blogar, mas do jeito que está não dá mais. Quando eu tiver alguma coisa interessante pra escrever, eu volto.
See ya, but not so soon.
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Rap
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Lições de direito internacional
Mandaram uma pesquisa pra mim:
Querida Tia Karol,
Estou desenvolvendo uma pesquisa sobre desenvolvimento, junto à University of Whatever, Campus de WTF, e tenho encontrado dificuldades em identificar o status do Brasil frente à Declaração sobre o Direito ao Desenvolvimento, aprovada pela Assembléia Geral da ONU em 1986. Esse documento foi objeto de ratificação pelos países-membros? Especificamente quanto ao Brasil, a Declaração foi submetida à aprovação do Congresso Nacional?
Ass: Jerusa.
Tia Karol demora, mas faz, ou melhor, responde.
Cara Jerusa,
Tenho o prazer de informar vossa Excelência que uma declaração NUNCA é aprovada. Nem f*dendo, nunca, jamé, never, sacou, fia?
Enfim, declarações são no máximo apoiadas. Bem, tem uma longa discussão sobre a validade dela, eu acredito que o Estado num precisa apoiar a Declaração pra começar o ‘VALENDO!’ pra um direito e que independente do que o Estado pensa sobre o assunto, aquele direito existe e ponto final. Imagino, que você não entendeu muito o meu argumento, se nem saber que as declarações não são aprovadas você sabe, nem me dou ao trabalho de explicar melhor o que eu acabei de falar.
Voltando a declaração, agora que você sabe disso, informo que o Brasil apoiou sim a danadinha. Até porque, se você passar além das duas páginas de pesquisa do Google, você verá que o CEPAL que botou fé nessa declaração, ainda na década de 60.
No mais, você pode encontrar mais informações sobre essa declaração aqui: http://www.cpti.ws/conf/88/dewaart.html. Isso mesmo, artigos também são uma boa fonte de informação quando as Nações Unidas só colocam informações a partir de 1996.
Ah e sugiro também um manualzin básico de direito internacional, se tiver preguiça vai no Wikipédia que provavelmente tem lá também. E no dia que você estiver craque no assunto, pega um livro do Cançado Trindade e lê sobre esse esquema superbacana de incorporação de tratados internacionais ao direito interno. Mas isso, fia, só pra frente, pra num confundir as idéias, não é mesmo?
Beijosdesliga!
Tia Karol
Miacabo com umas coisas desse tipo.
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Verdades inconvenientes de Brasília:
1) sim, quando você sai a noite aqui, há 85% dos caras que você ver serem bombados e 84% de chance deles serem babacas.
2) sim, é verdade que os préibois daqui não são muito fãs de uma camiseta.
3) e como aqui todo mundo é filho de alguém importante, a chance de um deles virarem pra você e soltar: você sabe com quem você está falando? Ontem dei um fora num fulaninho por causa disso, só perguntei o nome dele e ele já me veio falando que a família dele era muito importante e tal. Só faltou ele falar:
- Você sabe o filho de quem você está dando o fora?
Apesar disso, eu ainda gosto de Brasília, até porque, tem muito brasiliense gente fina por aí e eu num acho justo que eles levem a fama por causa de uma cambada de sem noção. Solidarizo-me com eles, até porque eles se solidarizam comigo e entendem que eu, apesar de ser goiana, não gosto de sertanejo.
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Minhas férias*
Fim de férias em alto estilo:
- Coloquei aparelho nos dentes – aparentemente o meu canino estava com planos separatistas. Imagine só, que pra ficar bonito, você tem que ficar com a boca horrorosa por três meses… Injusto.
- O grau do meu óculos aumentou. Acho que eu não vou perder ou pegar o ônibus errado depois depois dessa, haha!
- Encarnaram a Bibi Spears e pegaram uma piece of me pra fazer biópsia. Adoro médicos e a capacidade que eles de te deixar morrendo de medo com alguma coisa que você sempre achou que fosse simples.
Fora isso, eu realmente gostei das minhas férias. Estou chegando a conclusão de que essa história de sombra e água fresca não é pra mim. Cláaaaaaro, que um dia de folga não mata ninguém, tive uma semaninha de férias e eu acho que eu aproveitei bastante. Estágio e três projetos foram o suficiente pra encher a minha cabeça e me deixar um pouco estressada, mas acho que no fim compensa.
E aquela história de que quanto mais coisas pra se fazer, melhor você aproveita o tempo deve ser verdade. Fiz bastante coisas legais nesses três meses. Certamente, eu poderia ter saído mais, ter visto mais gente, mas acho que por incrível que pareça eu tive tudo na dose certa.
* A boa e velha redação feita no retorno das aulas, bem lembrada pelo Sávio
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Surprise, surprise
Ou constatações:
O portal Bol ainda existe.
O do Ig também.
Eu consigo me sentir velha vendo isso. Parece que foi ontem aquela explosão de provedores de acesso a internet grátis…
Credo. Que medo.
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15min de Lenny Kravitz
Clássica
Baladinha
Baladinha 2
Rock
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