Ou escolhas que ainda não estamos preparados para fazer.
Fazer diplomacia e morrer de raiva com a estrutura federativa e com Procuradores que nem se dão ao trabalho de procurar no Google quando foi o último Regulamento da Comissão Interamericana de Direitos Humanos?
Ou trabalhar em organizações internacionais que tem o teto de vidro (praticamente de cristal), mas que dependem da boa vontade de Estados (e vejam só que a mesma estrutura que me passa raiva, um dia pode me sustentar)?
Tricky, tricky, tricky.
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